Toc-toc-toc-toc fazia o inconfundível barulho dos saltos femininos em contato com o assoalho. Era Magrela chegando, às 8 da manhã com sua espinha ereta, queixo para cima, barriga pra dentro e peito pra fora, jogando um pé à frente do outro como se seguisse a linha reta desenhada no piso, provocando o movimentos cadenciado no quadril bem do jeito como caminham as modelos da C & A ou, exatamente como ela aprendera nas aulinhas da Socila.
São muito diferentes os remelexos das carnudas e magrelas e quem sabe seria exatamente essa a tênue divisão do pensamento a masculino a reger as preferências masculinas? Magrelas pra um lado, caminhando com seus remelexos de corpo inteiro; carnudas pra outro, com o inevitável balançar das suas bundinhas. Mas essa é uma questão para outra ocasião. No momento, adentrava Magrela, fazendo toc-toc com seus saltos, assim às 8 da manhã, cheia de marra, encarando o porteiro que com ar enigmático lhe cumprimenta com um indecifrável “bom dia senhora”.
Magrela toma o elevador, em intermináveis minutos relembrando sua noite que deveria ter sido divertida, pois ela sorri levemente até chegar ao espelho do seu quarto e deparar com a figura que o porteiro viu.
Cara de ontem, acentuada por sua palidez normal, ausência de batom, cabelos em pé – porquê afinal, tinha dado ouvidos à amiga que lhe ensinara uma colorização prática, rápida e fácil para os seus cabelos?
Agora tinha cabelos tão negros quanto antes, porém arrepiados e ressequidos e a tragédia final: Os botões da blusa incrivelmente abotoados errados, deixando sua blusa completamente assimétrica!
Era então por isso aquele olhar enigmático do porteiro, com aquele estranho “bom dia senhora”. Magrela olho em volta e não encontrou aquele interruptor que faz o chão se abrir para esconder a sua vergonha. Ok, tudo bem, o porteiro não tinha nenhum dispositivo que pudesse visualizar o porque de ela ter saído destrambelhadamente de um quarto qualquer compondo aquela imagem ridícula.
Ridícula mas fazendo toc-toc com seus saltos
São muito diferentes os remelexos das carnudas e magrelas e quem sabe seria exatamente essa a tênue divisão do pensamento a masculino a reger as preferências masculinas? Magrelas pra um lado, caminhando com seus remelexos de corpo inteiro; carnudas pra outro, com o inevitável balançar das suas bundinhas. Mas essa é uma questão para outra ocasião. No momento, adentrava Magrela, fazendo toc-toc com seus saltos, assim às 8 da manhã, cheia de marra, encarando o porteiro que com ar enigmático lhe cumprimenta com um indecifrável “bom dia senhora”.
Magrela toma o elevador, em intermináveis minutos relembrando sua noite que deveria ter sido divertida, pois ela sorri levemente até chegar ao espelho do seu quarto e deparar com a figura que o porteiro viu.
Cara de ontem, acentuada por sua palidez normal, ausência de batom, cabelos em pé – porquê afinal, tinha dado ouvidos à amiga que lhe ensinara uma colorização prática, rápida e fácil para os seus cabelos?
Agora tinha cabelos tão negros quanto antes, porém arrepiados e ressequidos e a tragédia final: Os botões da blusa incrivelmente abotoados errados, deixando sua blusa completamente assimétrica!
Era então por isso aquele olhar enigmático do porteiro, com aquele estranho “bom dia senhora”. Magrela olho em volta e não encontrou aquele interruptor que faz o chão se abrir para esconder a sua vergonha. Ok, tudo bem, o porteiro não tinha nenhum dispositivo que pudesse visualizar o porque de ela ter saído destrambelhadamente de um quarto qualquer compondo aquela imagem ridícula.
Ridícula mas fazendo toc-toc com seus saltos

Comentários
Postar um comentário